domingo, 5 de janeiro de 2014
CARTAS CAMPESTRES - COMO É BOM VIVER NO CAMPO
I
PORTUGAL -O ÚLTIMO PAÍS SOCIALISTA DA EUROPA
Os portugueses pensam que vivem uma democracia plural e livre ... Falso !
Em Portugual vivemos o único regime socialista da Europa Ocidental , muito na linha das ditas democracias , socialistas , marxistas leninistas da América Latina , nomeadamente de Cuba e Venezuela .
Em 1974 um movimento de militares, descontentes com a sua situação profissional, derrubou um regime tipo ditatorial, mas conservador e de direita e "pensou " têlo substituido por um novo regime pluralista , livre e democrático ; mas na verdade e tal como se veio posteriormente a confirmar, o dito movimento estava profundamente infiltrado e manipulado por forças da esquerda marxista leninista, pelo que o movimento e nomeadamente o seu órgão de cúpula , o Conselho da Revolução e o seu braço armado o COPCON ,passaram a actuar em consonância e às ordens das referidas forças externas , marxistas leninistas .
O acontecido nesses tempos , em que Portugal teve um Presidente da República nomeado pela esquerda e um Primeiro Ministro , também militante convicto da tal esquerda ortodoxa , todos conhecem e ou recordam , mas importa novamente recordar .
Importa perceber que nesse tempo, que se designou do tempo do PREC , a esquerda marxista ortodoxa e os seus aliados de ocasião , tornaram Portugal num país verdadeiramente socialista , leia-se marxista leninista , onde tentaram , por todos os meios , instalar a chamada " ditadura do proletariado" na mais ampla acepção da palavra e por isso foi totalmente responsável por :
- uma Constituição dita progressista que afirmava inequivocamente a intenção de criar uma sociedade socialista e que ainda hoje impede verdadeiras transformações sociais, laborais e económicas ;
- um governo que nacionalizou os principais meios de produção , cujas sequelas ainda hoje se sentem ;
- um quotidiano caracterizado por manifestações e por acções ditas revolucionárias em que termos como , auto-gestão , ocupação , unidades colectivas de produção , reforma agrária , SUV, comissões de trabalhadores , moradores , etc ., coordenadoras , cintura industrial de Lisboa e muitas mais , eram constantes .
Com as primeiras eleições , as Constituintes, novamente se verificou, por intercessão das estruturas militares ditas revolucionárias e em particular do Conselho da Revolução , um reforço da tendência socializante , marxista -leninista do regime, o que se comprova através da análise das forças partidárias em presença :
UDP - Partido marxista da vertente trotskista e maoista ;
MDP-CDE - Resultante da transformação de um anterior movimento que concorreu a eleições no regime de ditadura de direita e conservador , era no entanto fortemente infiltrado poe elementos afectos ao PCP pelo que a sua prática política era marxista ;
PCP -Partido marxista leninista ortodoxo, fortemente enfeudado às políticas da U.R.S.S.;
PS - Partido marxista, mas da vertente reformista , baseado nas ideias do eurocomunismo e do socialismo reformista do centro e norte da Europa , braço político da intervenção da Internacional Socialista ;
PPD/PSD - Partido de géneses marxista defensor da social democracia, segundo o modelo dos países nórdicos ;
CDS - Este é um partido , supostamente conservador e de direita , criado pelo Presidente da República e pelo Conselho da Revolução, com o objectivo de dar ao todo uma vertente pluralista ; é um partido que se reclama de democracia cristã, seguindo os princípios do catolicismo progressista que bebe muita da sua intervenção política nas teses que defendem uma identidade comum entre o cristianismo e o marxismo .
Como referimos, Portugal foi pós Abril de 1974 , um país socialista e como demonstraremos continua a sê-lo .
Na Constituinte os partidos eleitos criaram um complexo juridico e legal que blindou o acesso de novas forças políticas à Assembleia , logo a uma eventual governação e conseguiram-no, pois actualmente a constituição da Assembleia da República mantém a arquitectura inicial , embora a UDP se tenha transformado em BE e o MDP-CDE se tenha extinto e os seus militantes se tenham, diluído pela UDP, PCP e PS ... Logo mantém -se a situação e por isso se comprova o que se afirmou , Portugal é, ainda hoje , o único país socialista da Europa .
Alguns dirão que não é verdade e darão como exemplo o CDS-PP , mas este há muito que deixou de ter autonomia e capacidade de intervenção e hoje, tal como o PEV é para o PCP , o CDS-PP não passa de um apêndice , tipo um departamento sectorial de intervenção política do PSD .
Mas perguntamos :
- Os portugueses e portuguesas estão satisfeitos com esta engenharia partidária que criou e mantém este regime socialista ?
Pensamos que não !
Depois de passada a alegria das mudanças , em que se verificaram adesões eleitorais significativas, os portugueses começaram a perceber a verdadeira face do regime e a abstenção passou para níveis elevados .
Vejamos os números referentes às Eleições para a Assembleiada República de 2011 :
- encontravam-se inscritos nos cadernos eleitorais 9.624.354 cidadãos e cidadãs eleitores ;
- votaram 5.585.054 eleitores , uma percentagem de 58,3%;
- abstiveram-se 4.039.300 eleitores , uma percentagem de 41, 97%;
- o partido mais votado , PPD/PSD , foi eleito por 2159181 eleitores, a que corresponde uma percentagem de 38,66 % dos votos expressos , a que corresponderam 108 mandatos .Mas importa reter que de facto o PPD /PSD foi de facto eleito por cerca de 22% dos eleitores inscritos , o que é muito diferente dos 38,66 % supra referidos .
Nesta circunstância e considerando o elevado valor da abstenção que nas Eleições Presidenciais do mesmo ano , atingiu os 53,48 % , pensamos que devemos fazer uma breve análise das razões que não se prendem unicamente, como nos querem fazer acreditar , com a insatisfação dos eleitores .
Quando se vota e enquanto eleitores , somos confrontados com modelos e propostas diversas e o nosso voto recai sobre o modelo ou a proposta que melhor serve os nossos interesses.
Se eventualmente não existir em presença um modelo ou proposta que nos sirva, é óbvio que não tomamos posição , ou seja não votamos .
O que actualmente se verifica em Portugal é exactamente essa situação: os eleitores não encontram nos modelos marxistas e nas propostas socialistas que lhe são apresentadas , respostas concretas para as suas necessidades e satisfação dos seus desejos e nesta conformidade não votam ...
Portugal e os portugueses e portuguesas são por maneira de ser , por história , por cultura e tradição , conservadores, mas defendendo princípios como a igualdade , a fraternidade e a liberdade , a que acrescem a devoção católica e o amor pela Pátria ; em suma os portugueses e portuguesas são democratas , mas democratas conservadores e nacionalistas que não se revêem nas doutrinas atéias e materialistas e internacionalistas do marxismo leninismo que enferma a totalidade das propostas políticas que lhes são apreserntadas .
Por isso afirmamos que construção em 2014 , de um partido democrata, patriota , conservador e cristão, é imperativo e urgente e desde já nos disponibilizamos para apoiar tal intenção .
II
NÃO QUEREMOS SER NEM CUBA NEM A VENEZUELA DA EUROPA
Demonstrámos, já e de forma inequívoca que Portugal é a única República Socialista da Europa .
Comprovadamente aos portugueses e portuguesas é .lhes negado o voto num partido democrático , da direita conservadora , católica e nacionalista , dando-lhe como como única alternativa , partidos do socialismo marxista ou de géneses marxista leninista, ateus e internacionalistas .
Por essa razão e por não se reverem nessa situação , os portugueses e portuguesas abstêm-se de votar .
Esta é efectivamente a realidade que denunciamos e que queremos modificar.
QUEREMOS DAR VOZ AOS PORTUGUESES QUE ATÉ , POR FALTA DE OPÇÕES , SE ABSTÊM DE VOTAR !
Hoje em dia , são poucos os países que se reclamam do socialismo e nomeadamente na Europa Comunitária , em todos os países existem e têm peso político , partidos da direita conservadora e nacionalista.
Nalguns países e malgrada a cortina de calúnia, mentira e insinuações com que os procuram denegrir , esses partidos da direita democrática conservadora e nacionalista, têm assento nos diversos órgãos do poder
PORTUGAL NÃO É E NÃO SERÁ A CUBA OU A VENEZUELA DA EUROPA !
Por isso levar um partido democrático da direita conservadora e nacionalista ao poder é imperativo !
ESSA É A NOSSA CRUZADA!
E a nossa primeira batalha terá lugar dentro de cinco meses nas ELEIÇÕES EUROPEIAS onde a nossa voz se juntará à voz dos nossos companheiros nacionalistas para tornarmos a EUROPA , num espaço de FUTURO !
III
NÃO QUEREMOS OUVIR MAIS HISTÓRIAS DA CAROCHINHA
O social democrata , logo militante de um partido do dito socialismo reformista , Primeiro Ministro eleito do Governo de Portugal , veio à televisão , em horário nobre , contar aos portugueses e portuguesas, uma história da carochinha .
O Senhor Primeiro Ministro , mais uma vez , brincou ao faz de conta e falou de um país muito bonito e onde há paz e prosperidade...E PROMETEU, mas nós sabemos que promessas não enchem barriga
Mas a triste realidade é outra , neste fim de 2013 , cerca de 3.000.000 de portugueses vivem no limiar da pobreza , 1.000.000 está desempregado e um número significativo deles são jovens ; 120 .000 de portugueses emigraram em 2012 e esse número deve ter aumentado em 2013.
Estes são alguns dos números do flagelo que é a vida dos portugueses e portuguesas desde que são um país socialista.
Poderíamos ainda falar de outros custos sempre a subir , desde logo o IVA que já agrava quase um quarto do custo, do produto ou serviço que o consumidor adquire, mas poderemos ainda falar no preço da água , da electricidade , do gás e das comunicações , todos estes serviços vendidos a capitalistas estrangeiros ; podemos ainda recordar o custo da saúde , da educação e dos transportes , etc ...
Estamos nas tintas para a conversa mole dos auto titulados experts , politólogos , sociologos , economistas , auditores , consultores , financeiros , etc ., etc que são os responsáveis pelo nosso tormento .
Não queremos saber de siglas e estrangeirismos , PIB , swap's, income , rating , PPP's , etc ., nem nos preocupamos com a quebra de um tal ponto percentual e coisas do género .
Aqui e no Parlamento europeu iremos fundamentalmente defender um princípio : TRABALHO PARA TODOS e no nosso caso e em concreto , TRABALHO PARA TODOS OS PORTUGUESES E PORTUGUESAS !
Mas para haver trabalho , tem de haver empresas e por isso tudo iremos fazer para apoiar a criação ou a manutenção das EMPRESAS PORTUGUESAS , EM PORTUGAL!
Existe em Portugal , milhões de euros em edifícios industriais , máquinas , equipamentos de produção diversos, a apodrecer ; CONNOSCO estes bens abandonados , a apodrecer, inactivos , por deslocalização, insolvência ou outra razão , serão considerados meios de produção em abandono e nessa conformidade serão expropriados em condições a fixar pela lei.
Assim defendemos que os meios de produção em abandono injustificado sejam , no mais curto espaço de tempo contado a partir da confirmação judicial da situação, objecto de arrendamento ou de concessão de exploração compulsivos, em condições a fixar por lei. Esses bens ao abandono serão por sua vez alugados, ou concessionados a terceiros, em condições a definir, mas sempre privilegiando a manutenção do nível de emprego existente antes da intervenção ; nesta conformidade será assegurada a participação efectiva dos trabalhadores na respectiva gestão, pelo que será estimulada e apoiada a criação e a actividade de cooperativas.
A lei definirá, ainda , os benefícios fiscais e financeiros a estabelecer a essas empresas resultantes do arrendamento ou concessão de exploração de meios de produção em abandono, bem como condições mais favoráveis à obtenção de crédito e auxílio técnico.
PORTUGAL, CONNOSCO , TRABALHA !
IV
O COMUM DO CIDADÃO NÃO DEVE NADA A NINGUÉM...
Os Maduros e Castros desta nossa República Socialista instituída em Abril de 1974, passam o tempo com a boca cheia de dívidas e défices e com exigências de novas receitas e decortes em direitos adquiridos , dos cidadãos e cidadãs .
Em 1974 , embora vivendo-se, é certo, num " tipo " ditadura benévola, este país que vivia fundamentalmente um regime de direita , nacionalista e cristão; mas, que era acima de tudo ,um país multi-continental , multi -cultural e multi- confessional , onde ninguém era perseguido pela sua cor de pele , raça , local de nascimento ou confissão religiosa ,era um país com próspero, com indústria e produção, com pescas e agricultura, exportador e em particular com elevadas reservas de ouro , suficientes para garantir essa prosperidade.
Hoje Portugal é um país de emigrantes , na miséria , falido e que já não consegue esconder o flagelo da fome !
Os Maduros e Castros , têm desde 1974 , levado a cabo uma política megalómana e irresponsável de despesismo e agora vêm dizer que o défice público é insustentável e que por isso temos todos de pagar a dívida !!!!
Alguém nos explica que temos nós a ver com o despesismo do Estado ? Na verdade alguém nos explica o que temos a ver com três auto estradas , paralelas , no sentido norte sul; com as PPP's das pontes e dos hospitais ; com os milhões de euros gastos teimosamente num aeroporto desnecessário e num TGV que nada acrescentava ; ou ainda que temos a ver com as dezenas de fabulosas piscinas e magníficos pavilhões às moscas , ou com estádios de futebol abandonados ?
Nada ! Não fomos perdidos, nem achados nestes assuntos !
Se comprámos alguma coisa; casa, carro , electrodomésticos , viagens , etc , com recurso ao crédito, temos de pagar e pagamos a quem nos deu o crédito , porque se não pagarmos sofremos as consequências: os arrestos e penhoras ...
Logo o comum do cidadão e cidadã de um modo geral e em grande percentagem cumpriu a sua obrigação , com os seus credores directos e inclusive com o Estado , pagando atempadamente os elevados imposto a que está sujeito.
Ora se a dívida não é da responsabilidade do comum cidadão ou cidadã, terá de ser de quem pediu dinheiro aos capitalistas internacionais e estes só podem ser : ou os bancos, ou o Estado ; se no caso dos Bancos parece ser fácil de resolver ,à luz do direito , na parte do Estado também o é, através da figura jurídica amplamente utilizada pelo fisco , da reversão da responsabilidade subsidiária dos políticos , nomeadamente os Presidentes da República, os Primeiro Ministros e Ministros e Secretários de Estado que tiveram cargos desde 1974 , até hoje .
Até hoje e malgrado os inúmeros casos , não temos conhecimento que um político , nem um , foi demandado para cumprir a sua obrigação !
Então não compreendemos e não sabemos por que cargas de água temos de ser nós a pagar !!!
V
VAMOS LÁ VER SE É DESTA QUE SE COMEÇAM A ENTENDER !
Dentro de aproximadamente cinco meses vamos votar para eleger os nossos representantes no Parlamento Europeu , onde algumas forças políticas de esquerda se movimentam no sentido de calar a voz da direita conservadora , nacionalista e católica.
Em Portugal , malgrado a importância que a U.E. parece assumir ao condicionar a vida dos portugueses e bem assim o seu elevado grau de ingerência nos assuntos internos do país, pouca atenção se dá a estas eleições.
Contra o sistema e nomeadamente contra o bloco central e seus apêndices de géneses marxista , socialista e socialista reformista, impõem -se uma aliança de forças menores .Nesta conformidade , cremos que o PNR assumindo-se como um partido democrático da direita conservadora e nacionalista , defendendo a individualidade do cidadão e cidadã e a sua capacidade e iniciativa e bem assim o seu direito de escolher qual o regime que deseja para o seu país e com uma acção intransigente na defesa da vida , no combate à interrupção voluntária da gravidez e do casamento e adopção pelos casais homossexuais, defendendo ainda o ambiente e um Portugal Atlântico e multi -comtinental, está particularmente bem colocado para liderar uma PLATAFORMA ELEITORAL que congregue outros partidos , tais como o PPM, o PPV , o PH ,o PDA e outros como o MPT ... Nós os portugueses e portuguesas que nos revemos nesses ideais referidos agradecemos !
VI
PORTUGAL , QUE FUTURO !
Quando em Abril de 1974, os marxista leninistas , socialistas e socialistas reformistas , tomaram o poder em Portugal e instalaram um novo regime socialista que perdura , empresas como a TAP , CP, METROPOLITANO DE LISBOA , CARRIS e outras , eram cotadas em bolsa ; ou seja eram empresas privadas , tinham os seus accionistas e assumiam os seus prejuízos , distribuiam lucros e quando precisavam de dinheiro , para investimentos ou maneio recorriam a aumentos de capital ou emitiam empréstimos obrigacionistas que honravam.
Era um sistema capitalista , de tendência liberal, onde funcionava o mercado; o Estado eventualmente e em algumas empresas mais estratégicas detinha uma percentagen, alguma das vezes pouco significativa , do capital e além disso arrecadava os impostos resultantes desta actividade, nos seus diversos estádios.
Os Maduros e Castros, chegados em Abril , tiveram como primeira preocupação e além da destruição das empresas de referência , da ocupação de fábrica e campos, a nacionalização da banca e por arrasto de parte significativa da economia nacional.
Como resultado da sua ignorância , da sua inaptidão ,e da política que foram executando desde então, fundamentalmente estruturada em torno dos princípios marxistas da colectivização da propriedade, no que sempre contaram com a empenhada participação dos sindicatos socialistas.
De uma situação estabilizada em 1974 , sem inflação , sem desemprego , com avultadas reservas em ouro, chegámos , por via da gestão de doutores, sábios , experts, acessores e consultores, comissários políticos e outros que tais marxistas leninistas , socialistas ou socialistas reformistas que nos governaram , em 2013 a uma situação em que por cada 100 euros criados, o país continue a consumir 110 e não dá mostras de alterar o ritmo.
E onde a dívida externa, que hoje já excede toda a riqueza produzida num ano, prepara-se para atingir 133% desta riqueza , no final da legislatura.
Portugal hoje é um país em que a emigração , nomeadamente a emigração de jovens e quadros licenciados , ultrapassou a emigração dos anos 60.
Hoje , com 1.000.000 de desempregados e 3.000.000 de portugueses a viver no limiar da pobreza, somos confrontados com o flagelo da fome.
QUE FUTURO?
QUE CONFIANÇA PODEMOS DEPOSITAR NOS ACTUAIS GOVERNANTES ? E NOS OUTROS ?
À vez , sózinhos, em coligações ou uniões , ou em qualquer outra forma de organização ,já tivemos provas sobejas do que fazem no governo, os partidos do socialismo reformista , de genese marxista do chamado bloco central e da sua incapacidade ....!!!!!!
Por tudo o que referimos , afirmamos que é importante e urgente uma alteração de regime e um governo da direita democrática , conservadora e nacionalista, o único que tem condições para repor Portugal e os portugueses , no caminho do trabalho , pois sem trabalho , não se produzem bens transaccionáveis , logo não se realiza o lucro necessário para o bem estar dos cidadãos e cidadãs e para se poder cumprir os compromissos nacionais para com terceiros .
VII
ADEUS 2013 , OLÁ 2014
Portugal pós Abril de 1974 é verdadeiramente um país socialista .
Na Constituinte de 1975/76 os partidos eleitos criaram um complexo juridico e legal que blindou o acesso de novas forças políticas à Assembleia da República.
Foi sua intenção sequestrar a Constituição e adaptá-la aos seus interesses e deste modo, impedir o acesso e uma eventual governação de novos actores políticos e conseguiram-no e embora a UDP se tenha transformado em BE e o MDP-CDE tenha sido extinto e os seus militantes se tenham, diluído pela UDP, PCP e PS , na verdade os partidos presentes hoje , são afinal os mesmo de ontem.
Logo mantém -se a situação e por isso se comprova o que se afirmou .
Assim , Portugal continua a ser o único país socialista da Europa .
Em 1974, um grupo de militares, descontentes com a sua situação profissional, organizou um movimento que derrubou um regime tipo ditatorial, mas conservador e de direita e "pensou " tê-lo substituido por um novo regime pluralista , livre e democrático ; mas na verdade e tal como se veio posteriormente a confirmar, movimento de oficiais das forças armadas, estava infiltrado e manipulado por forças da esquerda marxista leninista, pelo que o movimento e nomeadamente o seu órgão de cúpula , o Conselho da Revolução e o seu braço armado o COPCON , passaram a ser parte da estratégia de conquista do poder pelas forças marxistas e nessa conformidade actuaram em consonância e às ordens das referidas forças externas , marxistas leninistas .
O acontecido nesses tempos , em que Portugal teve um Presidente da República, cripto marxista e nomeado pela esquerda e um Primeiro Ministro , também militante convicto da tal esquerda marxista ortodoxa , todos conhecem e ou recordam ; mas é sempre importante recordar novamente .
Importa perceber que nesse tempo, que se designou de tempo do PREC , a esquerda marxista ortodoxa e os seus aliados de ocasião e a esquerda radical ou extrema esquerda, mais ou menos folclórica , desde os troskistas aos maoistas e outros , tornaram Portugal num país verdadeiramente socialista , leia-se marxista leninista , onde tentaram , por todos os meios , instalar a chamada " ditadura do proletariado" na mais ampla acepção da palavra; esse estado de coisas , foi, por isso, totalmente responsável por :
- uma Constituição dita progressista que afirmava inequivocamente a intenção de criar uma sociedade socialista e que ainda hoje impede verdadeiras transformações sociais, laborais e económicas ;
- um governo que nacionalizou os principais meios de produção e cujas sequelas ainda hoje se sentem no nosso dia a dia ;
- um quotidiano caracterizado por manifestações e por acções ditas revolucionárias, em que termos como , auto-gestão , ocupação , unidades colectivas de produção , reforma agrária , SUV, comissões de trabalhadores , comissões de moradores , etc ., comissões e outras organizações coordenadoras ,, tais como a da cintura industrial de Lisboa e muitas mais , eram constantes .
Com as primeiras eleições , as Constituintes, novamente se verificou, por intercessão das estruturas militares ditas revolucionárias e em particular por intervenção do Conselho da Revolução , um reforço da tendência socializante , marxista -leninista do regime, o que se comprova através da análise das forças partidárias em presença :
UDP - Partido marxista da vertente trotskista e maoista ;
MDP-CDE - Resultante da transformação de movimento que concorreu a eleições no regime de ditadura de direita e conservador , mas que era no entanto fortemente infiltrado por elementos afectos ao PCP, pelo que a sua prática política era marxista ;
PCP -Partido marxista leninista ortodoxo, fortemente enfeudado às políticas da U.R.S.S.;
PS - Partido marxista, mas da vertente reformista , baseado nas ideias do eurocomunismo e do socialismo reformista do centro e norte da Europa , braço político da intervenção da Internacional Socialista ;Mais tarde um seu Secretário -geral viria a afirmar que meteu o marxismo na gaveta , mas há pouco tempo , o mesmo afirmou que já o tirou da gaveta ,outra vez ;
PPD/PSD - Partido criado com o patrocínio do MFA , Conselho da Revolução e Presidente da República , com elementos da ala liberal do regime deposto , de génese marxista e defensor da social democracia, segundo o modelo dos países nórdicos ;
CDS - Partido supostamente conservador e de direita , também criado sob a égide do MFA , Presidente da República e pelo Conselho da Revolução, com o objectivo de dar ao todo uma vertente pluralista ; é um partido que se reclama de democracia cristã, seguindo os princípios do catolicismo progressista que bebe muita da sua intervenção política nas teses que defendem uma identidade comum entre o cristianismo e o marxismo ; mas este partido que tem acedido a lugares de governação através de coligações com outros partidos , há muito que deixou de ter autonomia e capacidade de intervenção e hoje, tal como o PEV é para o PCP , o CDS-PP não passa de um apêndice , tipo um departamento sectorial de intervenção política do PSD .
Mas os portugueses e portuguesas estarão satisfeitos com esta engenharia partidária que foi fabricada e mantém este regime socialista ?
Pensamos que não !
Depois de passada a alegria das mudanças , em que se verificaram adesões eleitorais significativas, os portugueses começaram a perceber a verdadeira face do regime e a abstenção passou para níveis elevados .
Vejamos os números referentes às Eleições para a Assembleiada República de 2011 :
- encontravam-se inscritos nos cadernos eleitorais 9.624.354 cidadãos e cidadãs eleitores ;
- votaram 5.585.054 eleitores , uma percentagem de 58,3%;
- abstiveram-se 4.039.300 eleitores , uma percentagem de 41, 97%;
- o partido mais votado , PPD/PSD, foi eleito por 2159181 eleitores, a que corresponde uma percentagem de 38,66 % dos votos expressos e a que corresponderam 108 mandatos . Mas importa reter que de facto o PPD /PSD foi de facto eleito por cerca de 22% dos eleitores inscritos , o que é muito diferente dos 38,66 % supra referidos .
Nesta circunstância e considerando o elevado valor da abstenção que nas Eleições Presidenciais do mesmo ano , atingiu os 53,48 % , pensamos que devemos fazer uma breve análise das razões que não se prendem unicamente, como nos querem fazer acreditar ,com a insatisfação dos eleitores .
Quando se vota e enquanto eleitores , somos confrontados com modelos doutrinários e políticos e com propostas políticas e eleitorais diversas , estabelecidas de acordo com esses princípios e o nosso voto recai sobre o modelo ou a proposta que melhor serve os nossos interesses.
Se eventualmente não existir em presença um modelo político ou proposta que nos sirva, é óbvio que não tomamos posição , ou seja não votamos !
O que actualmente se verifica em Portugal é exactamente essa situação: os eleitores não encontram nos modelos marxistas e nas propostas socialistas, mais ou menos tolerantes e reformistas que lhe são apresentadas , respostas concretas para as suas necessidades e satisfação dos seus desejos e nesta conformidade não votam ...
Portugal e os portugueses e portuguesas são por maneira de ser , por história , por cultura e tradição , conservadores, mas defendendo princípios como a igualdade , a fraternidade e a liberdade , a que acrescem a devoção católica e o amor pela Pátria ; em suma os portugueses e portuguesas são democratas , mas democratas conservadores e nacionalistas que não se revêem nas doutrinas atéias e materialistas e internacionalistas do marxismo leninismo que enferma a totalidade das propostas políticas que lhes são apresentadas .
Contra o sistema e nomeadamente contra o bloco central e seus apêndices de génese marxista , socialista e socialista reformista, impõem-se uma aliança CÍVICA E POPULAR .
Nesta conformidade , cremos que o PNR , como um partido democrático da direita conservadora e nacionalista , defendendo a individualidade do cidadão e cidadã e a sua capacidade e iniciativa e bem assim o seu direito de escolher qual o regime que deseja para o seu país e com uma acção intransigente na defesa da vida , no combate à interrupção voluntária da gravidez e ao casamento e adopção pelos casais homossexuais, defendendo ainda o ambiente e um Portugal Atlântico e multi -comtinental, está particularmente bem colocado e tem uma posição privilegiada para se assumir como lider de uma PLATAFORMA ELEITORAL que congregue outros partidos , tais como o PPM, o MPT, o PPV , o PH ,o PDA e outros ...
Por isso afirmamos que a candidatura às ELEIÇÕES EUROPEIAS de 2014 , de uma PLATAFORMA ELEITORAL, democrata, patriota , conservadorae cristã, é imperativo e urgente e desde já nos disponibilizamos para apoiar tal intenção .
PARA TODOS UM FELIZ ANO DE 2014 .
2014 SERÁ UM ANO DE LUTA E A PRIMEIRA BATALHA : AS ELEIÇÕES EUROPEIAS !
VIII
2014-01-02
ESTAMOS A SER INVADIDOS
Para percebermos do que estamos a falar , visitemos desde já algumas definições de base .
1 -Considera-se como imigração o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro.
O imigrante não deve ser confundido com:
-o nómada, aquele que se desloca entre uma ou mais fronteiras, sem fixar residência;
- os escravos, banidos, deportados ou exilados, aqueles deslocados de seus países de origem compulsoriamente;
-os refugiados, aqueles deslocados temporariamente em razão de guerras ou catástrofes naturais em seu país de origem.
2 -Por seu lado uma invasão consiste de uma ação militar em que forças armadas de uma entidade geopolítica, entram em território controlado por outra entidade, geralmente com objetivos de conquista territorial ou de alterar o governo estabelecido na região.
Uma invasão pode ser a causa de uma guerra como também pode ser parte de uma estratégia maior para acabar com uma guerra, ou pode constituir uma guerra em si.
O termo normalmente conota um esforço estratégico de magnitude substancial; porque os objetivos de uma invasão são freqüentemente de longa escala e em longo prazo, devido a isso uma força considerável é necessária para manter o território, e proteger os interesses da entidade invasora.
3 - Mas ao definirmos imigração ilegal ou imigração clandestina, como a imigração para além das fronteiras nacionais com a violação de leis de imigração do país de destino e deste modo reconhecer que segundo essa definição, um imigrante em situação ilegal é um estrangeiro que atravessou ilegalmente uma fronteira política internacional, seja por terra, água ou ar, acabamos por perceber que em política, a imigração ilegal pode implicar várias questões sociais, como na economia, bem-estar social, educação, cuidados de saúde, escravidão, a prostituição, criminalidade, proteções legais, os direitos de voto, os serviços públicos e direitos humanos e assim e no mais amplo do seu contexto, consubstanciar uma nova espécie de conceito de invasão que sem utilizar os meios militares , utiliza no entanto, meios mais complexos , nomeadamente formas de pressão de ordem emocional e ou psicológicas , com iguais objectivos de ocupação e controlo territorial e nalguns casos com o pressuposto de alterar ou condicionar o governo estabelecido na região ou país invadido , por este novo meio da imigração civil clandestina .
Vejamos casos concretos e actuais na Europa :
- dos cerca de 15 milhões, possivelmente até 20 milhões, de muçulmanos que vivem na Europa, a maioria está concentrada nos três maiores países europeus: 5 milhões em França, 4 milhões na Alemanha e 2 milhões no Reino Unido.
- Vincent Geisser, estudioso do islamismo e da imigração no Centro Nacional de Pesquisas Científicas francês, acredita que, quanto mais os muçulmanos da Europa se firmam como parte permanente dos cenários nacionais, mais assustam alguns europeus que pensam que suas identidades nacionais podem ser mudadas para sempre. "Hoje, em Europa, o medo do islão cristaliza todos os outros medos", disse Geisser. "Na Suíça, são os minaretes. Na França, é o véu, a burca e a barba."
A nova grande mesquita é motivo de orgulho em Marselha, segunda maior cidade da França e que tem pelo menos 25% de habitantes muçulmanos.
Mas também é motivo de alarme, disse Geisser: sinais visíveis de integração desencadeiam ansiedade xenófoba. "Todos esses símbolos revelam uma presença islâmica mais profunda e duradoura", disse. "É a passagem de algo temporário para algo implantado e que cria raízes."
Desde a 2ª. Guerra Mundial (1939-1945) que a Alemanha se tornou no principal destino da imigração na Europa.
Os seus 7,3 milhões imigrantes constituíam em 2003 cerca de 9% da população total.
O principal grupo imigrantes é originário da Turquia (cerca de 2 milhões).
Calcula-se que 750 mil imigrantes vivam neste país em situação irregular.
Na Austria, os imigrantes constituem 9,8% da população (dados de 2000).
Na Bélgica, os imigrantes constituíam 8,3% da população. Não existem números oficiais sobre o número exacto de imigrantes e refugiados que vivem na Bélgica em situação irregular, calcula-se que seu número varie entre as 50.000 e as 75.000 pessoas.
Nos últimos tempos a maioria do imigrantes provêm da Ucrânia e dos países do centro da Europa, como a Eslovénia e a Eslováquia.
Em 2000, a emigração ilegal cresceu cerca de 60% em relação ao ano anterior.
Os imigrantes, na Dinamarca constituíam em 2000 cerca de 4,8% da população.
Espanha e e m finais de 2004, viviam em 1.854.218 imigrantes legais, originários da América Latina (600 mil), da UE (478 mil), África (366 mil), Leste da Europa (152 mil) e da Ásia (133 mil). Para além destes calculava-se que vivam neste país, entre 800 mil e 1 milhão e duzentos mil imigrantes clandestinos.
Os imigrantes em 2001 constituíam cerca de 1,7% da população Finlandesa .
A maioria dos seus imigrantes são originários dos países da ex-União Soviética.
Em França , os imigrantes constituíam em 2001 cerca de 5,6% da população. A maioria dos seus imigrantes actuais são originários de países mulçumanos do Norte de África (Argélia, Tunísia, Marrocos, etc), e mais recentemente também da Turquia.
Na Grã Bretanha, os imigrantes constituíam em 2001 cerca de 4% da população; 39% destes imigrantes são originários de países da União Europeia. Os asiáticos constituem depois o grupo mais significativo, destacando-se entre eles os originários do Bengladesh, Paquistão e Índia.
Este país introduziu medidas muito selectivas em relação à concessão do estatuto de asilados. E em 2000 cerca de 10% dos imigrantes foram devolvidos aos seus países de origem.
Os imigrantes constituíam em 2000 cerca de 4,1% da população da Holanda .
Este país tem vivido desde 2003 numa crescente tensão racial, o que tem provocado o adopção de medidas de controlo da imigração, em especial a proveniente da Turquia e Marrocos. A nova legislação sobre imigração vai passar a exigir que os candidatos conheçam a língua e a cultura holandesa.
A imigração clandestina tem, na Holanda , sido alvo de severas medidas, nomeadamente em relação à expulsão.
A Holanda tinha em finais de 2004, cerca 150 mil imigrantes ilegais.
Irlanda: Este país tem vindo a limitar o acesso do imigrantes à naturalização e à reunificação das famílias. A metade do crescimento demográfico deste país deve-se aos imigrantes.
Em Itália, os imigrantes em 2000 constituíam cerca de 2,2% da população.
Para os clandestinos a Lei prevê a criação de centros de acolhimento, até serem repatriados. Quando isto não é possível ficam em liberdade.
Em 2000 o número de imigrantes que se fixou em Itália aumentou cerca de 13,8%.
Actualmente vivem em Itália cerca de 1.270.000 imigrantes extracomunitários.
Em 2001, o governo italiano estabeleceu um sistema de "quotas" para a imigração.A afim de regularizar a situação, em 2002, foram legalizados 635 mil imigrantes.
Esta atitude benévola de Itália justifica em parte as situações que se vivem nomeadamente em Lampedusa .
Luxemburgo: 114 imigrantes por cada 1.000 habitantes (dados de 2001). Os refugiados não têm o direito de trazerem as suas famílias.
Existem um rigoroso controlo fronteiriço para evitar a entrada de clandestinos, embora cerca de 70% do crescimento demográfico deste país se deva à chegada de imigrantes.
Em Portugal, os imigrantes constituem cerca de 5% da população total e 11% da população activa. Estima-se que, dos estrangeiros residentes em Portugal, cerca de 55% tenham origem em países da CPLP, 28% em países da União Europeia e 11% em países da América do Sul. Ainda que a imigração proveniente de países asiáticos e de países europeus não comunitários tenha crescido de forma expressiva, o seu peso no total da população estrangeira legalmente residente em Portugal aproxima-se, respectivamente, de 5 e de 4%.
Portugal foi na União Europeia o país que sofreu a mais rápida e profunda alteração em termos migratórios.
O Estado português ainda não tomou medidas adequadas para assegurar a educação dos filhos dos imigrantes.
A maioria dos imigrantes clandestinos trabalha em actividades irregulares, vivem e trabalham em condições deploráveis, recebendo salários muito inferiores aos estabelecidos na lei.
Os imigrantes têm o direito de trazer as suas famílias.
Em 2001 o número de imigrantes superou todas as expectativas, levando o governo a adoptar severas medidas de contenção dos fluxos migratórios.
Os imigrantes só podem entrar em Portugal para trabalhar, desde que estejam munidos de uma autorização passada nos seus países de origem, caso contrário arriscam-se a ser expulsos.
A distribuição regional deixa revelar a maior concentração na área Metropolitana de Lisboa e nos maiores centros urbanos do litoral. É nos distritos de Lisboa (52%), Faro (14%) e de Setúbal (11%) que reside a vasta maioria da população estrangeira.
Os textos que fomos repescando e que reproduzimos demonstram de algum modo, as razões da nossa preocupação e os factos que quase diariamente nos chegam ao conhecimento, das tentativas de desembarque , algumas verdadeiramente dramáticas , nas costas do sul de Itália , França e Espanha , mais reforçam este nosso pressuposto de estarmos em presença de uma verdadeira invasão e nunca ,de casos dispersos e esporádicos de tentativas de imigração ilegal ou clandestina , como alguns querem fazer acreditar ....
Os números e os factos falam por si e como diz o nosso povo e bem porque voz do Povo , voz de Deus , " quando vir as barbas do vizinho a arder , ponha as suas de molho" !!!!
IX
2014-01-03
VAMOS FALAR DE COISAS SÉRIAS !
Hoje deu-me para falar de coisas da política.
De coisas simples e de base , tais como, tentar perceber esta caracterização de direita e esquerda.
Sobre o assunto a Wikipédia refere o seguinte :
"O espectro político esquerda-direita é um sistema de classificação de cargos políticos, ideologias e partidos.
Esquerda política e Direita política são muitas vezes apresentados como opostos, embora um indivíduo ou grupo em particular pode assumir uma postura de Esquerda em uma matéria e uma postura de extrema-direita em outra.
Na França, onde os termos se originaram, a Esquerda tem sido chamada de "o partido do movimento" e a Direita de "o partido da ordem."
Há um consenso geral de que a esquerda inclui progressistas, sociais-liberais, os políticos ambientalistas, social-democratas socialistas, democrático-socialistas, civis libertários, secularistas, comunistas e anarquistas , enquanto a direita inclui fascistas ,conservadores, reacionários, classe média, neoconservadores, capitalistas, alguns grupos anarquistas, neoliberais, econômico-libertários, monarquistas, teocratas (incluindo parte dos governos islâmico), nacionalistas e nazistas.
Os termos "esquerda" e "direita" apareceram durante a Revolução Francesa de 1789, e o Império de Napoleão Bonaparte, quando os membros da Assembleia Nacional dividiam-se em partidários do rei à direita do presidente e simpatizantes da revolução à sua esquerda.
Um deputado, o Barão de Gauville explicou: "Nós começamos a reconhecer-nos uns aos outros: aqueles que eram leais à religião e ao rei(imperador) ficaram sentados à direita, de modo a evitar os gritos, os juramentos e indecências que tinham rédea livre no lado oposto." "
De um modo geral o teor do texto é esclarecedor e mantém , ainda hoje , actualidade.
Sobre o mesmo recuperamos duas afirmações que nos parecem importantes:
"Na França, onde os termos se originaram, a Esquerda tem sido chamada de "o partido do movimento" e a Direita de "o partido da ordem."" e "Há um consenso geral de que a esquerda inclui progressistas, sociais-liberais, os políticos ambientalistas, social-democratas socialistas, democrático-socialistas, civis libertários, secularistas, comunistas e anarquistas , enquanto a direita inclui fascistas ,conservadores, reacionários, classe média, neoconservadores, capitalistas, alguns grupos anarquistas, neoliberais, econômico-libertários, monarquistas, teocratas (incluindo parte dos governos islâmico), nacionalistas e nazistas.".
Colocando todo o assunto em termos presentes confirmamos que a Direita tem a preocupação da ORDEM o que não é bem o caso da esquerda e depois temos uma exaustiva classificação por aspectos doutrinários de quem é quem .
Assim ficamos a saber que são de esquerda : " progressistas, sociais-liberais, os políticos ambientalistas, social-democratas socialistas, democrático-socialistas, civis libertários, secularistas, comunistas e anarquistas " e transpondo esta classificação para a actualidade da nossa Assembleia da República , confirmamos que somos de facto um país de esquerda , governado por esquerdistas e que nenhum partido de direita tem assento parlamentar , pois aquele que tradicionalmente é / era conotado com a direita , assume-se de facto e desde a sua constituição , como o seu nome indica , um partido do Centro Democrático e Social (CDS ).
Cremos que ficou perfeitamente esclarecido que em Portugal não há direita !
Mas extraordinariamente temos militantes do PNR a clamarem pela sua condição de extrema -direita !
Confuso , muito confuso e em política as coisas têm de ser claras , simples e transparentes .
Como se pode falar de extrema direita se no lugar da direita há um buraco ?
Consideramos que existe , por parte do eleitorado, um desejo enormepor um partido de direita e só assim conseguimos explicar a abstenção brutal que tem caracterizado os últimos actos eleitorais , no geral , desde a eleição para Presidente da República , até às eleições para as autarquias , passando pelas legislativas e europeias .
De um modo geral e em todos estes actos a abstenção ronda metade dos eleitores inscritos.
Só podemos aceitar que essa abstenção é resultado do facto de os eleitores não se reverem no actual quadro partidário e quererem uma nova opção; uma opção de verdadeira direita !
Acreditamos que o PNR pode ser essa opção e pode obter votações da ordem dos 20% ... Mas precisa de se clarificar e assumir de facto a postura de um verdadeiro partido de direita .
Reconhecemos que é dificil consiliar tendências dentro de um partido e reconhecemos igualmente que as tendências são importantes na dinâmica partidária ; mas não podemos aceitar
As multiplas posições externas assumidas pelas tais tendências; um partido , como um too tem de falar a uma só voz ...
Depois existe um outro aspecto que assume importância na manobra partidária e que tem de ser esclarecida : o permanente recurso a figuras e ideias do passado!
Perguntamos:
- Salazar , hoje , seria Primeiro Ministro ?
- A PIDE hoje seria aquilo que foi ?
- Alguém hoje em dia se inscreveria na Legião?
-Alguém acredita que hoje em dia os jovens aderiam à Mocidade?
Por fim questionamos: se em 25 de Abril de 1974 houvessem telemóveis e computadores e facebook , etc,. teria havido o golpe militar ?
Reafirmamos que o PNR é e pode sê-lo, ainda mais , o grande partido aglutinador das diversas sensibilidades de direita ; mas tem de rever a sua prática e a sua comunicação para chegar ao seu eleitorado que de facto , o espera ....
X
2014-01-03
PORQUE SOMOS SIMPATIZANTES DO PNR ...
Parece-nos que no PNR há gente que não percebeu ou não quis perceber as nossas palavras .
Aliás esse é um dos pecados dos radicais e fundamentalistas , sejam eles políticos da extrema esquerda, ou da direita , ou ainda confessionais, sindicais , desportivos , ou outros .
A manutenção desse discurso radical e fundamentalista , ultrapassado e que distorce a realidade que se vive nesta segunda década do século XXI, é uma das razões das nossas dúvidas relativamente a aderir ao PNR .
Questionámos e repetimos:
² Hoje Salazar seria Primeiro Ministro?
² Hoje a PIDE teria a importância que teve?
² Alguém , hoje ,aderiria à Legião?
² Algum jovem , hoje, se alistaria na Mocidade ?
Todos sabemos as respostas e embora possamos admirar a figura do Dr. António Salazar e de outros estadista do seu tempo , também todos sabemos que as suas políticas , hoje , seriam / são inadaptadas e impossíveis de levar à prática .
Se reconhecemos tal , porque continuar a manter vivo esse discurso ?
As extremas têm dificuldade de perceber a moderação que em tempos de crise e falamos de crise não só económica e financeira , mas também de valores, é imperativo.
O discurso ou a acção radical assusta e aumenta emotividades e medos e isso é absolutamente contrário ao desejado.
Confrontado com propostas radicais , fracturantes o cidadão tem medo e acaba por se deixar ficar no conforto do ambiente conhecido, mesmo que esse seja mau ....
Temos referido a nossa simpatia pela direita e em particular pela tendência a que chamamos de Direita Cristã , um fenómeno específico do fim dos anos 1970, em defesa de valores morais que estariam sendo destruídos pelos progressistas.
Os objetivos principais desta tendência é combater o secularismo, o cientificismo e os valores sexuais liberais e embora este movimento conservador não apresente uma ideologia sistematizada, converge , com outros partidos de direita , em pontos significativos, como o anticomunismo, valores sexuais tradicionais e liberalismo económico.
Assim a nossa tendência de DireitaCristã , ao assumir-se entre outros aspectos contra a interrupção da gravidez , contra o casamento de homossexuais e contra a hipóteses destes virem a adoptar e bem assim , contra a economia planeada e ou centrada no capital em detrimento da livre iniciativa de cada indivíduo e ao defender o nacionalismo , contra o internacionalismo de matriz marxista leninista , encontra no PNR um eventual apoio e parceiro , pelo que importa que este mostre que pode e quer, efectivamente reconhecer o direito de tendência no seu seio, para se poder materializar essa intenção de adesão .
Até lá somos e seremos SIMPATIZANTES DO PNR !!!!!!
XI
2014-01-03
HOMOSSEXUALIDADE , A POSIÇÃO DA DIREITA CRISTÃ.
Muitos falam , mas de facto aquilo que acabamos por perceber é que quase todos repetem o que ouvem e muito do que se ouve é floclore .
Transcrevemos : "Homossexualidade, também chamada de homossexualismo (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo), refere-se à característica ou qualidade de um ser (humano ) que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo ou gênero. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas" principalmente ou exclusivamente entre pessoas do mesmo sexo; "também se refere a um indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual.
A homossexualidade é uma das quatro principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade, a heterossexualidade e a assexualidade, |além de também ser registrada em cerca de cinco mil espécies animais (sendo bem estudada e devidamente comprovada em cerca de 500 delas), incluindo minorias significativas em seres tão diversos quanto mamíferos, aves e platelmintos - neste particular fazemos uma nota para precisar que consideramos que estes ditos estudos podem pecar por falsos ou tendenciosos , já que procuram alargar aos animais comportamentos que em verdade não se tem suporte cioentífico para considerar como uma manifestação homossexual |. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão; na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população,enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados, tolerados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram.
Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade; quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibidos por lei.
Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental.
Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais ainda varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade um tipo de transtorno psiquiátrico há décadas. Desde 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. A Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento em 1975, ao deixar de considerar a homossexualidade uma doença.
No Brasil, em 1984, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) posicionou-se contra a discriminação e considerou a homossexualidade como algo não prejudicial à sociedade. Em 1985, a ABP foi seguida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), que deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade.
No dia 17 de maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).
Por fim, em 1991, a Amnistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.
Ora de tudo o que transcrevemos sem qualquer tipo de censura ou reserva mental , retemos, neste particular de ordem geral, dois aspectos que parecem ser relevantes :
1 . Que desde sempre a homossexualidade assim como as outras principais categorias de orientação sexual, foram considereadas como um tipo de transtorno psiquiátrico ;
2 . Que existe uma campanha para dar a esta situação uma categoria de normalidade mas no Brasil e como referido o máximo que se chegou foi no Brasil , onde a "Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) posicionou-se contra a discriminação e considerou a homossexualidade como algo não prejudicial à sociedade"; já as considerações de organizações como a Amnistia Internacional e outras , valem o que valem .
Vejamos agora o que pensam e que posições assumem as religiões , sobre o assunto.
A Igreja Católica Romana considera o comportamento sexual humano quase sacramental por natureza.
Quaisquer ações relativas ao comportamento sexual homogenital são considerados pecaminosos porque actos sexuais, por natureza, são unitivos e procriativos - e assim devem continuar sendo.
A Igreja também entende que a complementaridade dos sexos seja parte do plano de Deus para a humanidade. Actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são incompatíveis com essas crenças:
"Actos homossexuais são contrários à lei natural (...) Eles não vêem de uma complementaridade afetiva e sexual genuína. Não são aprovados sob nenhuma circunstância." .
Esses ensinamentos não são limitados à homossexualidade, mas também são a premissa geral para as proibições Católicas contra, por exemplo, fornicação, todas outras formas de sexo não-natural (sodomia), contracepção, pornografia e masturbação.
A Igreja declarou que desejos ou atrações homossexuais não são necessariamente pecaminosas em si mesmas. Eles são consideradas "inclinações desordenadas" que podem conduzir às tentações, para alguém fazer algo que seria o "ato objetivamente pecaminoso" (isto é, a relação homossexual, enquanto ato sexual). No entanto, as tentações não são consideradas pecados em si até que haja consciência do ato e o pleno consentimento da vontade do indivíduo que se deleita do mesmo, seja este apenas uma fantasia mental ou a própria pratica carnal. Tendo em vista que nem toda pessoa de orientação homossexual pratica a homossexualidade em si, abstendo-se de tais relações e preferindo uma vida de castidade a Igreja Católica, oficialmente cobra respeito e amor à aqueles que sentem atrações por pessoas do mesmo sexo, ao mesmo tempo que se opõe a qualquer tipo de legitimação das uniões homossexuais.
Portanto a Igreja Católica se opõe a perseguição e violência contra os homossexuais:
"Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e , se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição."
Para aqueles que têm atração por pessoas do mesmo sexo, a Igreja Católica oferece o seguinte conselho:
"A pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã."
A Igreja Católica Romana considera a castidade um chamado universal, que todas as pessoas devem viver de acordo com o seu estado de vida, seja: solteiro, casado, ministro ordenado ou consagrado. No entanto, na Igreja Católica, afirma que somente os que são de orientação heterossexuais têm a opção de expressar sua castidade através do amor no casamento, ou seja, apenas os heterossexuais podem casar na igreja.
O catecismo da Igreja Católica no que diz respeito ao tema:
"No que respeita às tendências homossexuais profundamente radicadas, que um certo número de homens e mulheres apresenta, também elas são objetivamente desordenadas e constituem frequentemente, mesmo para tais pessoas, uma provação. Estas devem ser acolhidas com respeito e delicadeza; evitar-se-á, em relação a elas, qualquer marca de discriminação injusta. Essas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que possam encontrar."
Em 3 de junho de 2003 a Santa Sé emitiu o documento "Considerações sobre os projectos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais" no qual é afirmado que:
"Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana, não alteraria minimamente essa sua inadequação."
A Igreja Presbiteriana do Brasil, assim como a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil é contra a prática homossexual. Perante Projeto de Lei PLC 122|200610 para combater a homofobia no Brasil, rev. Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil publicou artigo em 2007 comunicando sua clara oposição à homossexualidade. Apesar de verem diversas igrejas ao redor do mundo se abrirem ao homossexualismo, as duas igrejas se mantém firmes nessa posição, justificando que os membros devem manter e seguir com disciplina a moral bíblica.
A Igreja Presbiteriana (EUA), a maior congregação de igrejas presbiterianas dos Estados Unidos, também está dividida quanto ao assunto da homossexualidade. Apesar de pessoas gays e lésbicas serem bem-vindas para tornarem-se membros da igreja, a constituição da denominação, o The Book of Order (O Livro da Ordem), diz que:
Aqueles que são chamados para trabalhar na igreja devem levar uma vida de obediência à Escritura e em conformidade com os padrões confessionais históricos da igreja. Entre esses padrões está o requerimento de viver ou em fidelidade dentro do casamento entre um homem e uma uma mulher, ou castidade enquanto solteiro. Pessoas que se recusem a se arrepender de quaisquer admitidas práticas que as confissões chamam pecado não devem ser ordenadas e/ou nomeadas diáconos, anciões ou ministros da Palavra e Sacramento(G-6.0106b). (Na versão original: "Those who are called to office in the church are to lead a life in obedience to Scripture and in conformity to the historic confessional standards of the church. Among these standards is the requirement to live either in fidelity within the covenant of marriage between a man and a woman, or chastity in singleness. Persons refusing to repent of any self-acknowledged practice which the confessions call sin shall not be ordained and / or installed as deacons, elders, or ministers of the Word and Sacrament (G-6.0106b).")
Este parágrafo, ao qual freqüentemente se refere pelo seu nome antes da ratificação, "Emenda B" (Amendment B), foi ratificado pela maioria dos presbíteros em 1997 e foi em grande parte inspirado por documentos de orientação definitivos emitidos pelas denominações predecessoras da Presbyterian Church (USA), a UPCUSA em 1978 e a PCUS em 1980.
Diferentes tentativas de remover ou tornar mais leve essa linguagem foram mal-sucedidas. É permitido que pastores abençoem uniões entre pessoas do mesmo sexo, mas a Igreja não permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e não apóia explicitamente a consumação dessas uniões.
Em 2001, a Assembléia Geral organizou a formação de uma Força-Tarefa para a Paz, Unidade e Pureza da Igreja (Theological Task Force on the Peace, Unity and Purity of the Church). Os membros foram escolhidos de forma que refletissem a diversidade de opinião na igreja. Seu relatório final foi aprovado na Assembléia Geral de 2006 em Birmingham. A força-tarefa fez várias recomendações:
1. A Assembléia geral deve buscar encorajar fortemente todos os membros "a testemunhar pela visível unidade da igreja, evitar divisão em denominações separadas e viver em harmonia com os membros; e que congregações, Sessões, presbitérios e sínodos fortaleçam suas relações uns com os outros.
2. A igreja deve buscar se envolver em "discernimento intensivo" em face dos assuntos difíceis usando técnicas usadas pela própria Força-tarefa.
3. A Assembléia Geral deve incentivar o estudo da Reflexão Teológica do relatório.
4. A igreja deve considerar formas de tomada de decisão alternativas ao Robert's Rules of Order quanto a assuntos altamente divisivos.
5. A Assembléia Geral deve emitir uma Interpretação Autoritativa (Authoritative Interpretation) que tome o Book of Confessions e o Book of Order como os padrões constituintes para ordenação e instalação, sem deixar de observar que corpos ordenadores (Sessões para anciões e diáconos, Presbitérios para Pastores da Ordem e Sacramento) têm a responsabilidade de aplicar esses padrões aos candidatos.
Nos Estados Unidos, More Light Presbyterians, uma coalizão de congregações inclusivas quando aos gays, foi fundada em 1980. Hoje a organização tem 113 igrejas membros, enquanto muitas outras informalmente apoiam sua missão de abrigar pessoas de todas as sexualidades na vida da igreja.
As opiniões islâmicas sobre a homossexualidade são tão variadas como as das outras grandes religiões e as mesmas têm sofrido modificações ao longo da história.
O Alcorão e alguns Hadith contêm condenações mais ou menos explícitas acerca das relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Duas suratas mencionam a história do "povo de Lot", o qual teria sido destruído por participar de atos homossexuais (ou, segundo outras acepções, por desrespeitar as regras da hospitalidade para com os forasteiros). O castigo legal para a sodomia foi alterado de acordo com as escolas jurídicas: alguns prescrevem pena capital, enquanto outros prescrevem um castigo arbitrário menor.
A homossexualidade é considerada um crime e é punida com a morte em muitos países islâmicos, como na Arábia Saudita, no Sudão, na Somália, na Mauritânia ou no Irão. Em algumas nações islâmicas relativamente seculares como Egipto, Tunísia, Indonésia, Líbano, Kosovo, Bósnia, Albânia, e Turquia há uma certa tolerãncia, raros sendo os episódios de perseguição explícita das autoridades. Porém, é dificílimo encontrar gays assumidos em todas as nações islâmicas, mesmo onde há cidades com uma certa cena gay (Beirute, Istambul, Cairo, Jacarta, Tunis, Lahore etc). Em Bagdade, logo depois da queda do Baath, começaram a surgir cinemas onde se apresentam filmes eróticos, e a maioria dos frequentadores são homens sozinhos, nunca indo mulheres - fica óbvio que muitos são homossexuais reprimidos que encontram na margem da sociedade uma válvula de escape para suas fantasias.
O assassinato de quem é descoberto pela família ou pelos vizinhos como homossexual é prática habitual em quase todos os lugares onde o Islão é a religião dominante (as excepções são os pequenos países muçulmanos dos Bálcãs, na Europa)
A situação dos homossexuais muçulmanos em países não-islâmicos varia.
Há aquelas comunidades onde poucos são assumidos (como entre os árabes do Brasil), pois há relativamente poucos muçulmanos e estes são pouco integrados à cultura dominante, há outras em que não é tão difícil que se saiba de gays que sejam muçulmanos (um exemplo é em França, ou em Holanda também, onde há muitos muçulmanos, mas a maioria é relativamente secularizada, praticando actos que em seus países de origem não fariam, como o consumo de álcool).
Recentemente, nos Estados Unidos, e em algumas nações europeias, surgiram até mesmo organizações de defesa dos direitos dos homossexuais muçulmanos.
Em Israel, que oficialmente é secular, a minoria muçulmana não tem liberdade para condenar os homossexuais a penas desumanas, e, devido à pouca aceitação que encontram em suas aldeias natais, muitos gays árabes de Israel acabam por ir morar em Tel Aviv ou outras cidades israelitas, onde a tendência é distanciarem-se de sua herança cultural árabe.
A homossexualidade é tradicionalmente proibida pela lei islâmica.
O Alcorão, o texto central do Islão, condena a homossexualidade, embora talvez não ela em específico, e sim a lascívia homossexual, como defendem os membros da Al-Fatiha.
Os islamitas tradicionais alegam que o Islão é uma "religião da natureza", que só reconhece o que é "natural" e nesse contexto seria anti-natural ser homossexual.
Admite somente as relações sexuais dentro do matrimônio heterossexual.
Os textos específicos nos que se baseia a condenação são os da história de Lot, a sétima surata do Alcorão; trata-se de um texto religioso que lembra muito o relato bíblico.
Ponderadas as diversas posições retemos que de um modo geral existe um certo grau de condenação explicíta ou implícita de condenação da homossexualidade enquanto opção sexual e por outro lado existe em todas a recusa do chamado casamento homossexual , embora, nalguns caso e em particular nas igrejas Presbiterianas norte americanas seja permitido que pastores abençoem uniões entre pessoas do mesmo sexo, mas a Igreja não permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e não apóia explicitamente a consumação dessas uniões.
Este é , pois , um assunto complexo e nem sempre bem explicado , mas acreditamos que neste caso a maioria deve fazer regra e assim e enquanto defensores da Direita Cristã , defendemos
que a complementaridade dos sexos é parte do plano de Deus para a humanidade.; mas actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são incompatíveis com esses objectivos; "actos homossexuais são contrários à lei natural (...) eles não vêem de uma complementaridade afetiva e sexual genuína. Não são aprovados sob nenhuma circunstância.".
O catecismo da Igreja Católica no que diz respeito ao tema:
"No que respeita às tendências homossexuais profundamente radicadas, que um certo número de homens e mulheres apresenta, também elas são objetivamente desordenadas e constituem frequentemente, mesmo para tais pessoas, uma provação. Estas devem ser acolhidas com respeito e delicadeza; evitar-se-á, em relação a elas, qualquer marca de discriminação injusta. Essas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que possam encontrar."
Quanto ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e igualmente sobre a sua possibilidade de adopção, seguimos igualmente a posição da Santa Sé que emitiu o documento "Considerações sobre os projectos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais" no qual é afirmado que , aliás , muito na linha das outras congregações cristãs que afirma:
"Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana, não alteraria minimamente essa sua inadequação."
"Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais. Estas, de facto, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimónio e se mantêm abertas à transmissão da vida."
"Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de facto, a experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adopção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se- ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

